Sinto falta daquela
nossa vida louca,
tão inconsequente,
tão desordenada.
Cheios de tantas coisas inúteis.
Sinto falta daquela
preguiça ao amanhecer,
tão cansados de tantas
formas de amar.
Éramos livres, loucos.
A paixão era intensa.
Nada tinha importância.
A vida era uma
brincadeira de criança,
e podíamos tudo,
e fazíamos tudo,
e queríamos tudo.
Sinto falta de quando
vivíamos só por viver.
Sem tantas culpas,
responsabilidades,
nem idade.
Tínhamos cumplicidade,
e nada tinha urgência,
só o nosso amor.
artesãdaspalavras
izilgallu
Um comentário:
Saudades disso tudo.
http://desabafos-solitarios.blogspot.com/
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