É QUE É RENOVÁVEL"
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*artesãdaspalavras*
30 de agosto de 2026
TARJA PRETA
21 de agosto de 2026
QUAL É O REAL?
Ao adormecer,
penetro em um mundo
só meu,
onde posso ser livre,
ir e vir sem rótulos,
sem destino.
Caminho por lugares
desejados por mim,
sem amarras,
sem cobranças,
sem arrependimentos.
Nada,
absolutamente nada,
a me condenar.
Não sei se fujo do real
ou se nele penetro.
Não sei qual
é mais autêntico:
se o mundo dos meus sonhos
ou este meu
mundo visível.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
publicada originalmente
em 05/11/2007
20 de agosto de 2026
NOSSO MOMENTO

Estamos iguais,
eu e você,
necessitados de amor,
de paixão ardente.
Estamos naquele momento
da vida em que tudo
se tornou entediante,
morno,
sem emoção.
Estamos abertos
para uma nova paixão,
para o nosso momento.
Mesmo que provisório,
ínfimo,
fugaz.
Merecemos este amor.
É nosso por direito.
Devemos vivê-lo,
um pouquinho que seja.
Só um minuto...
mas que seja
intensamente.
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Artesãdaspalavras | izilgallu
poema publicado primeiramente
em 26.11.2007
18 de agosto de 2026
SUA SEREI
11 de agosto de 2026
O AMOR E A DOR (Poesia para a musica Oceano)

9 de agosto de 2026
DÉMODÉ
8 de agosto de 2026
É PECADO
7 de agosto de 2026
COISAS QUE EU FARIA

SABE QUEM SOU?

6 de agosto de 2026
DESCRÉDITO

DESCRÉDITO
Você me desafia,
pensa que não
tenho coragem.
Não seja presunçoso.
Sou capaz de te achar
e te fazer me amar.
Suas mãos,
que ora nada seguram,
vão meu corpo percorrer.
E você vai ter que lutar,
já que me desafiou.
Você vai me querer
muito mais
do que quer acreditar.
Vai lágrimas derramar
por um dia
ter me desacreditado.
E nesse dia, então,
pagará o preço
por em mim não acreditar.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
LOUCURA OU FUGA

5 de agosto de 2026
COR DA TRISTEZA

4 de agosto de 2026
NÃO SOMOS...

ENGANO DA MENTE

3 de agosto de 2026
DESORDENADA
desordenada.
Não consigo arrumar
minha desordem.
Mas não é
uma desordem qualquer.
Ela tem até
uma certa ordem.
“Desordem agrupada”
é a melhor maneira
de descrevê-la.
Coisas aqui,
ali,
acolá,
mas pertencentes
ao mesmo grupo.
Em algum lugar
estão agrupados
os sentimentos.
Amores,
em uma gaveta,
mas não sei em qual.
O egoísmo,
jogado num canto.
A fúria,
trancada no cofre.
A inveja
já não tenho mais.
Joguei toda fora.
Desejos
ainda tenho,
mas estão adormecidos.
A alegria
parece que perdi
em algum lugar
difícil de achar.
O rancor
está sempre perto,
mas é descartável:
não dura
mais que um minuto.
O choro
está aqui,
no peito.
Sinto falta mesmo
é da paixão.
Não a encontro
em nenhuma gaveta,
armário,
porão,
nem pelas ruas
tenho visto
a paixão passar.
A esperança,
essa sim,
sei onde está.
Está bem
ao alcance
de minhas mãos.
artesãdaspalavras
postado originalmente em



