
Ele sabia de coisas
que eram loucuras
em noites sem lua.
Havia uma danada fúria
crescendo
na noite escura.
Ele não tinha medo,
só paixão e orgulho.
Havia vontade de vadiagem,
que lhe dava coragem.
Ele pedia,
gemia,
queria,
sorria com...
a minha liberdade
de amar.
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
2 comentários:
lindo poema, artesã...
você é dona de uma incrível sensibilidade...
Portugal te ama, eu principalmente, me tornei apaixonado por teus poemas, e estou me tornando por você.
Desculpe a franqueza, mas você é
admirável.
Joaquim Boaventura
at. posso te enviar um mail particular.
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