
Sou cruel como pessoa,
não sei ser amável,
nem sei mais ser delicada.
Meu limite como ser humano
não existe mais,
o prazer de escrever,
como quiser.
para este mundo.
mas não encontro
para esta anarquia.
se já tive um dia.
está terminando.
continuar humana.
um simples animal.
.
me tornei um animal.
Só me resta ainda
e este posso usar
Neste não preciso ser cruel,
não preciso ser humana,
posso simplesmente ser eu,
verdadeira ou falsa,
já não sei mais.
Escrevo e me contradigo.
Sou boa, sou má.
Sou santa, sou demônio.
Sou crente, sou descrente.
Não creio mais na humanidade.
Não creio em salvação
Procuro,
soluções ou saída
Não tenho mais heróis,
nem lembro
Talvez eu tivesse, sim.
Era uma heroína,
uma mulher,
minha mãe.
Ela já está partindo.
Seu tempo na Terra
Então não preciso mais
Posso ser mesmo
.
Artesãdaspalavras | izilgallu
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3 comentários:
Olá!
O teu trabalho é muito bom. Digo-o com toda a sinceridade. Quanto ao poema em si, ele é muito realista. A verdade, é que somos mesmo simples animais. Quanto ao não crer na humanidade, também estou de acordo. Mas algum dia, nós, humanos, deixamos de ser selvagens?
Parabéns.
Perdemos as referências, a humanidade se perdeu e tornou o mundo cruel. Izilda também estou te linkando no Cantinho da Poesia OK?
Beijos
Bella poesia....un po' malinconica...ma "umana"...ricorda che in ogni Umano c'è la sua storia genetica...il Primate....il mammifero...fin giù, nel "profondo"....dove vivono ancora il rettile...gli organismi a sangue freddo...e ancora più "sotto"...fino al "Mistero del Parasimpatico"..come scrive Jung...ma non dimenticare mai che in noi vive lo Spirito Universale...che siamo composti da "3" livelli indissolubili: Spirito...Anima...e...Corpo Fisico...ognuno ha ragione di esistere...senza uno di Essi neanche gli altri potrebbere esistere...
Siamo Animali...siamo Uomini....siamo Dei...
"NOI SIAMO"...
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