Hoje, mais do que nunca,
preciso do seu amor.
Preciso, desesperadamente,
ouvir palavras macias,
delicadas,
que soam como música.
Preciso de você,
de suas mãos
acariciando-me,
de seus beijos,
de seu perfume,
que me faz
imaginar estar no paraíso.
Preciso,
e você não me escuta.
Você não está
ao meu alcance.
Justamente hoje,
justamente agora,
você resolveu me ignorar.
Por que, amor?
Por que a vida
é tão cheia
de contradições?
Entenda-me
e atenda-me,
por favor.
Venha ao meu encontro.
Venha ressuscitar-me.
.
artesãdaspalavras
izilgallu
postada originalme
17.07.2010
5 comentários:
E quanto mais preciso de você, mais longe permaneces de mim... Por que és tão cruel? Talvez esta crueldade seja necessária...
Maravilhoso izil! Você disse tudo o que estava aqui dentro de mim. *-*
seus poemas ate doem em meu coração, pq são muito a minha realidade.
bjosss...
Coisa dificil...esses caminhos...
Olha parabens pelo blog lindo...belas fotos...gostei muito.
qdo puderes dê uma visitada no meu.
http://wllsandrew.blogspot.com
Resposta para uma fêmea faminta...
(by jan)
Moram em mim, também,
Mais demônios do que deuses,
Principalmente quando leio alguém
Como só tu sabes ser, fêmea faminta
De amor e de prazer, porém,
Mantendo-te escondida, não mintas!
Por que te escondes assim
Sem querer conhecer ninguém?
Vem, vem pra mim!
Tens tanto amor para dar
Onde escondeste a coragem?
Sobe em mim, vem me amar,
Sente, do meu amor, toda a voragem,
Pára, pra sempre, de te podar!
Quero te dar amor e não dor
Fazer-te, até pelos poros, gozar!
Sai desse casulo e vem fazer amor,
Conhecer a fera que tanto desejas.
Vem comigo, vem pecar!
Dar-te-ei todo o amor que esperas
E temor e rumor, se ainda quiseres.
Mas prometo, jamais te darei dor!
Contudo, para isso, é preciso
Que esqueças, por favor,
Que todo poeta é um “fingidor”!
Aquela Pessoa que te disse isso
Foi o Fernando aquele gozador
E o que é pior, todo mundo sabe disso,
Naquele momento, ele não era o poeta
Era, apenas, um pobre homem submisso,
Como todo homem é,
Aos prazeres da mulher...
Resposta para uma fêmea faminta...
(by jan)
Moram em mim, também,
Mais demônios do que deuses,
Principalmente quando leio alguém
Como só tu sabes ser, fêmea faminta
De amor e de prazer, porém,
Mantendo-te escondida, não mintas!
Por que te escondes assim
Sem querer conhecer ninguém?
Vem, vem pra mim!
Tens tanto amor para dar
Onde escondeste a coragem?
Sobe em mim, vem me amar,
Sente, do meu amor, toda a voragem,
Pára, pra sempre, de te podar!
Quero te dar amor e não dor
Fazer-te, até pelos poros, gozar!
Sai desse casulo e vem fazer amor,
Conhecer a fera que tanto desejas.
Vem comigo, vem pecar!
Dar-te-ei todo o amor que esperas
E temor e rumor, se ainda quiseres.
Mas prometo, jamais te darei dor!
Contudo, para isso, é preciso
Que esqueças, por favor,
Que todo poeta é um “fingidor”!
Aquela Pessoa que te disse isso
Foi o Fernando aquele gozador
E o que é pior, todo mundo sabe disso,
Naquele momento, ele não era o poeta
Era, apenas, um pobre homem submisso,
Como todo homem é,
Aos prazeres da mulher...
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