"O BOM DA PAIXÃO
É QUE É RENOVÁVEL"
.
*artesãdaspalavras*

"Aqui estão registrados meus melhores e meus piores momentos. Minhas mais lúcidas e mais loucas inspirações. Ao escrevê-las, percorri sentidos e emoções.Tentei descrever com palavras os sentimentos mais contraditórios.
Se consegui? Não sei.
Mas valeu a tentativa."
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IzilGallu

23 de novembro de 2006

MENTE HUMANA


Mente Humana
vastidão...
somente comparada ao universo
Tantos são seus caminhos que
jamais uma outra mente conseguirá
decifrar um milionésimo
dos seus segredos.
Imaginar...
Tirar por si mesmo ações alheias...
é puramente ilusório
Mentes...jamais seguem pelo mesmo caminho
Mentes...jamais seguem o mesmo destino

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izilgallu
foto de João Alves

21 de novembro de 2006

Linda canção


Mais Uma Vez

Renato Russo
Composição: Renato Russo, Flavio Venturini

Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança
Mas é claro que o sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Nunca deixe que lhe digam
Que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança

Morte do Amor


Esse texto foi lido na reunião espírita de José Medrado, muito lindo e emocionante.
Compartilho com vocês.

AMOR
Todos os dias morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todos os dias morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todos os dias morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensinaalguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os AMORES-FÊNIX. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. Mas não quero acreditar nisso.E é esse amor que eu quero viver com vocês, PARA SEMPRE!!
Palestra José Medrado - Cidade da Luz - 5 de Setembro 2006

15 de novembro de 2006

Itapua


Meu quintal...

minha praia...

"Pedra do Sal"

Itapuã


foto de Jandira

Música Preferida


Maravilhas Banais
Gonzaguinha
Composição: Gonzaguinha

Um gato olhando a vida 'través' da vitrine
Com certeza vai morrer de tédio
E médio, é morno, e chato, é banho-maria
Com certeza suicídio prévio
Arrisco e altero a batidado meu coração
Petisco e provo do gozo da mais pura emoção
Armadilhas, curvas da trilha, ilhas de amor
Fantasias
Viagem total nas possibilidades do absurdo total
Viver vegetal tão somente me desanima
Esquinas só servem se a gente dobrar
E esbarrar no que ainda não viu
Maravilhas banais - sempre iguais
sempre diferentes quentes + gentes
A ponte, o fonte, o santo elixir do futuro
as pessoas o banal mistério
O gato olhando a vida 'través' da vitrine
é piada e é assunto sério.

MEU LIMITE

És meu limite
és minha censura
Tentas prender minha mente
tentas me deter
Sei que me quer sua
sei que me quer toda
És meu carrasco
és meu juiz
minha vida te incomoda
minha alegria te é estranha
meu sorriso para ti é profano
não me conheces nada
não sabes nem ao menos que
dentro do peito tenho um
coração que quer viver feliz
e que tenho uma alma
que quer voar
para o além

.
izilgallu

12 de novembro de 2006

VOCÊ


Quando penso em você
tudo se transforma
Penso em seu sorriso maroto,
um menino
Em suas brincadeiras,
um moleque
Em suas birras,
um filho manhoso
Em seu olhar perdido,
um sonhador
Em suas orações,
um crente
Em suas primeiras rugas,
um pai preocupado
Em suas caricias,
um apaixonado
Em seu nome
“AMOR”
.
izilgallu

A Poesia (Escrito a 1000 anos luz)

A poesia descreve emoções,
sentimentos sentido por todos mortais.
mas que poucos tem a coragem de demonstrar em papel.
É difícil entender um poema,
é difícil entender um poeta.
Só é possível este entendimento quando se esta
em um estado igual ao do poeta,
é preciso estar sensível àquela emoção
igual ao do momento do nascimento de um poema.
É preciso querer ser sensível ao ler aquelas palavras
que de repente parecem tão sem sentido,
mas no entanto dizem tantas coisas,
com tanta força que excede qualquer explicação.
Poemas,
poesias,
sentimentos passados a limpo no papel,
sentimentos registrados,
anotados,
por seres corajosos que não temem
demonstrarem o que sentem,
o quanto amam ou odeiam.
Heróis das palavras,
que as vezes mesmo sem rimas,
conseguem se expressar,
se explicar.
Poetas - seres privilegiados,
mesmo quando não lidos,
não entendidos,
não aceitos.
Gostaria de me tornar um dia um poeta.
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IzilGallu

"DEPOIMENTO"



"O pecado original e limitar o ser, não o faça. "
R.B


"Aqui estão registrados meus melhores e meus piores momentos.
Minhas mais lúcidas e mais loucas inspirações.
Ao escreve-las, percorri sentidos e emoções.
Tentei descrever com palavras os sentimentos mais contraditórios.
Se consegui? Não sei.
Mas valeu a tentativa."


IzilGallu
fotodeAugustoPeixoto

"O COMEÇO"


Hoje começarei meu blog.
Escreverei aqui minhas poesias,

meus pensamentos, meus sonhos, minhas alegrias, minhas tristezas.
Se tiver interesse, pode entrar e olhar.
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IzilGallu